Estamos em Setembro/2011 e o imóvel continua sendo a bola da vez nas aplicações financeiras dos investidores, além de um grande sonho a ser realizado pelas famílias.
Com a instabilidade no mercado de ações e os baixos rendimentos proporcionados pelo mercado financeiro tradicional, o imóvel ainda é a melhor opção de investimento.
O primeiro semestre de 2011 continuou sendo de bons negócios e com preços em elevação, muito influenciados em Cachoeiro pela pouca oferta de imóveis e aumento do custo da construção civil.
O mercado imobiliário tem oferecido boas oportunidades, crédito farto e muitas facilidades para se adquirir imóvel, mas é preciso atenção e cautela para os novos negócios daqui para frente.
Acreditamos que o valor dos imóveis ainda possui espaço para subir em Cachoeiro, já que os valores ficaram estagnados durante muitos anos no passado e principalmente se comparados com o custo da construção civil atualmente.
Com a economia internacional que não anda de bom humor, podemos esperar uma acomodação nos preços dos imóveis no curto prazo, trazendo maior racionalidade ao setor. Ou seja, um ritmo menor na elevação dos preços, e na velocidade das vendas tanto dos imóveis prontos, quanto lançamentos na planta.
Os lançamentos de imóveis na planta deverão ser mais precisos, quanto ao perfil do mercado, localização e preço.
Mesmo com o bom momento da economia brasileira, este período de incertezas poderá trazer impactos no mercado interno.
Porém, devemos ressaltar que Cachoeiro, inserido no sul do estado, faz parte de uma região que receberá muitas plantas industriais e investimentos, principalmente no litoral, que poderão minimizar os impactos negativos.
Para os compradores, recomendamos prudência, muita informação e orientação com profissionais do setor, que desfrutem de sua confiança e credibilidade.
Aproveite as oportunidades que surgirão neste momento e faça bons negócios.
Alessandro Góis Marão
Corretor de Imóveis
Data de postagem 05/09/2011
A maioria das pessoas que resolvem fazer investimentos em imóveis para auferir renda, têm em mente obter um retorno de “X” por cento sobre o capital aplicado. E a substituição do “X” por um número varia conforme o país, o estado, a cidade, e, ainda, a época.
Nos países do chamado Primeiro Mundo, onde os investimentos financeiros em renda fixa dão retornos que para nós beirariam o ridículo (1% a 2% ao ano – porém com inflação próxima de zero), conseguir um rendimento locatício de 0,20% é motivo de festa.
Já no Brasil, nos tempos de inflação galopante, superior a dois dígitos mensais, não se cogitava nada menos do que 1% ao mês, mais atualização monetária. Uma taxa relativamente modesta quando comparada aos 3% reais que boa parte das instituições financeiras pagavam aos que nelas investiam seus recursos.
Mesmo com a estabilidade monetária, advinda do Plano Real, as autoridades monetárias não lograram reduzir a conhecida taxa Selic a patamares decentes, diante do contínuo temor do país sofrer um ataque especulativo internacional. Isso fez com que os aluguéis continuassem oscilando na casa do um por cento.
Apenas nos últimos tempos, quando a inflação foi praticamente dominada e mantida em percentuais toleráveis, forçando a redução da taxa oficial de juros, houve uma mudança no comportamento dos investidores imobiliários.
Assim é que, nos dias de hoje, tornou-se palatável uma remuneração média de 0,50% a.m. ou 6% anuais sobre o capital investido em imóvel, a título de aluguel, visto tratar-se de remuneração efetiva, já que a ela é acrescida a correção monetária. Como todos sabem, meio por cento é o rendimento pago pelas cadernetas de poupança, garantidas pelo Governo Federal, ao qual se soma a inflação medida pela variação da Taxa Referencial (TR).
Contudo, existe uma diferença descomunal entre aquele que aplica em imóvel e o que opta pela poupança. O investidor imobiliário conta com a certeza de que seu capital continuará se valorizando – afora o aluguel percebido -, enquanto que o investidor financeiro pode ter a inabalável convicção de que seu capital será corroído ao longo dos tempos pelos resíduos inflacionários não apurados pelos indexadores do mercado.
Evidentemente que alguém poderia contra-argumentar que não foram dados como exemplos outros tipos de aplicações financeiras, como as bolsas de valores e de mercadorias, as grandes somas de dinheiro que recebem uma especial atenção dos bancos etc., onde as remunerações dos capitais podem ser mais generosas. Só que, nesses casos, como é sabido e comprovado por precedentes históricos, há risco de perda do capital ou de parte dele, condição praticamente inexistente no ramo das locações.
Dito isso, é possível afirmar-se com segurança que aluguéis que correspondam a 0,50% do valor de compra podem e devem ser encarados como remuneração condizente. Abaixo desse porcentual, aconselha-se o investidor a rever sua posição, Acima dele, é certo que o locador fez um excelente negócio ao adquirir o imóvel.
CARLOS ALCEU MACHADOAdvogado pós-graduado em Direito Imobiliário, Consultor, Coach e Palestrante para o Mercado de ImóveisQualis Consultoria
Data de postagem 11/08/2011
O mercado imobiliario inicia 2011 aquecido, como foi todo ano de 2010.
A oferta de crédito aliado com os bons ganhos financeiros que o imóvel tem proporcionado, tem elevado cada dia mais a demanda.
Cachoeiro, finalmente começa atender um mercado que ficou durante muitos anos abandonado, que é o do segmento econômico, com lançamentos dentro do programa do governo federal minha casa, minha vida.
Mas é preciso atenção por parte de quem compra, principalmente com o saldo devedor final, que ao ser corrigido durante a obra, pode impactar diretamente no valor das prestações, fugindo do orçamento inicial. Depois, a pressa para sair do empreendimento, podem acarretar prejuízos.
A classe média e alta, continuam sendo atendidas através de Condomínios Fechados, imóveis na planta, que resultam em uma compra com preços em torno de 20 a 30% inferior ao valor de mercado. Muitos começam a ver nesta modalidade, boas oportunidades em obter ganhos financeiros, ao revender o imóvel no término da obra.
Os imóveis prontos continuam apresentando poucas ofertas disponíveis, principalmente de imóveis regularizados, e com preços em elevação.
Os investimentos no Litoral Sul, com certeza farão o crescimento de Cachoeiro ser mais acelerado do que o previsto. E o mercado imobiliário já sente este crescimento.
Essa valorização imobiliária acontece em todo Brasil, sendo que algumas regiões apresentam forte crescimento econômico, fazendo os preços subirem mais do que outros lugares.
E é por tudo isso, que podemos considerar o imóvel , como a melhor aplicação financeira no momento atual.
Alessandro Góis Marão - Corretor de Imóveis
Data de postagem 10/04/2011
O mercado imobiliário em 2010 segue aquecido, proporcionando aos novos proprietários e investidores bons resultados e ótimos negócios.
Em Cachoeiro, nos últimos 3 anos, os preços de imóveis valorizaram em média 25% ao ano, principalmente apartamentos e terrenos, sendo que alguns superaram esta média.
Do ponto de vista do investidor, o imóvel torna-se muito atraente, comparando com as aplicações tradicionais, já que são 25% ao ano de valorização, fora a rentabilidade da locação (aluguel), que proporciona mais 6% ao ano em média.
A estabilidade da moeda, o crescimento econômico e a oferta de crédito aliada a queda nas taxas de juros transforma o mercado imobiliário mais vigoroso.
Particularmente em Cachoeiro, a falta de oferta de imóveis, principalmente regularizados, a expansão do Espírito Santo e a presença do investidor no mercado de imóveis, reforça a escalada de preços. Devemos levar em consideração que os custos de construção estão subindo, levando junto os preços dos imóveis prontos.
Os lançamentos e as unidades (aptos) em construção em nossa cidade, estão praticamente 100% vendidas, mostrando o crescimento da cidade, a conquista do imóvel próprio e a atuação dos investidores.
Os fundamentos econômicos do Estado e o comportamento da família Cachoeirense proporcionarão ainda forte crescimento no mercado imobiliário, fazendo a alegria dos que compraram imóveis.
Alessandro Góis Marão
Corretor de Imoveis
Data de postagem 16/03/2010
Aquele que não registra não é dono! A conhecida frase dá o recado de forma simples e objetiva e deve ser lembrada por todos que possuem um imóvel, seja antigo ou novo.
Para se tornar efetivamente proprietário, os direitos reais somente se constituem após o registro do título, no competente Cartório de Registro de Imóveis, como se fosse a certidão de nascimento da casa própria.
Muitas pessoas confundem escritura de venda e compra com o registro no Cartório de Registro de Imóveis. Acreditam que a escritura que foi lavrada na venda - e a compra por si só - já é o documento hábil para provar a propriedade de um imóvel. E, portanto, não a leva para registrar no competente Cartório de Registro de Imóveis. Outra situação são os populares Recibos, os Contratos Particulares de Compra e Venda e até mesmo o simples fato de ter seu nome lançado no Carnê de IPTU, mantendo os pagamentos em dia, não lhe confere a propriedade do imóvel de forma regularizada.
O correto é lavrar a Escritura de Venda e Compra e registrá-la no Cartório de Registro de Imóveis.
O Cartório de Registro de Imóveis é o cadastro da propriedade imobiliária, é o que torna público tudo o que acontece com o imóvel, pois tudo é devidamente registrado na respectiva matrícula do mesmo. Ou seja, cada imóvel tem um número respectivo e único para identificá-lo, onde tudo é descrito. É nesse documento que toda a história do imóvel é contada: vendas, hipotecas, ampliações, alteração no estado civil dos proprietários, usufruto, etc..
É importante ressaltar que, quando se está adquirindo um imóvel com financiamento bancário e ou com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), o Contrato que é assinado tem força de Escritura Pública. Portanto, não será lavrada uma Escritura no Cartório, apenas registrar o Contrato no Cartório de Registro de Imóveis. Lá também ficará registrada a hipoteca em favor do Banco que liberar o crédito para o Comprador.
Ao término do prazo de financiamento ou quando se quita a dívida de financiamento, seja em dez, quinze ou vinte anos, basta apenas solicitar ao Banco o termo de quitação e igualmente levar para o Cartório de Registro de Imóveis proceder a baixa da hipoteca na matrícula do seu imóvel.
Não se esqueça: verifique se a documentação de seu imóvel está em ordem e se sua Escritura de venda e compra foi devidamente registrada no competente Cartório de Registro de Imóveis.
Afinal, só é dono quem registra.
Alessandro Góis Marão
Corretor de Imóveis
Data de postagem 04/12/2008
Como fica o mercado imobiliário diante da crise americana? Antes de tudo, é preciso esclarecer que o sistema de financiamento de imóveis do mercado americano é completamente diferente do nosso e breve estará disponível o comentário de um especialista apontando as diferenças.
Para responder, é preciso fazer uma análise em três níveis: nacional, estadual e municipal.
A nível nacional vimos uma elevação de preços nos imóveis muito grande nos últimos dois anos. Dependendo do tamanho do impacto da crise no Brasil, como consequência teremos redução nos lançamentos imobiliários com manutenção ou pequena desaceleração nos preços praticados e ainda podemos presenciar, aumento de ofertas, redução do crédito e aumento das taxas do financiamento bancário.
No plano estadual, temos uma situação semelhante, porém com os preços mantendo os níveis atuais, já que o Estado ainda apresenta forte crescimento econômico, atraindo empresas nacionais e estrangeiras de grande porte, com vários empreendimentos em construção e outros por construir.
Em Cachoeiro, com a falta de imóveis no mercado, com destaque para os apartamentos e o grande déficit habitacional na cidade, acreditamos na manutenção dos lançamentos, com os preços praticados ficando estáveis ou com elevação. Esta previsão se deve em virtude de 70% do mercado cachoeirense buscar principalmente o imóvel para morar, ou seja, a realização do sonho da casa própria.
Muitos investidores da cidade nos últimos meses começaram a optar também pelo mercado imobiliário, adquirindo imóveis prontos ou na planta, em decorrência dos seguintes fatores: 1) forte valorização do imóvel; 2) melhoria nos valores de locação; e 3) elevados índices de ocupação.
Para quem ainda paga aluguel, é uma boa escolha comprar imóvel através do financiamento bancário, devendo observar vários aspectos, tais como: tipo de imóvel, valor de entrada, prazo para pagamento, valor financiado, renda do pretendente, linha de financiamento, taxa de juros, FGTS, seguros, etc.
Quando o cenário econômico melhorar, muitos investidores que buscavam elevados ganhos e aplicaram grandes somas no mercado de ações, devem migrar para imóveis assim que recuperarem suas perdas ou parte delas, buscando segurança para seus investimentos.
Portanto, vejo com bons olhos o mercado imobiliário de Cachoeiro e do Estado, pois as perspectivas continuam positivas.
Para quem ainda não comprou sua casa própria, os Bancos ainda apresentam boas taxas de financiamento, e, portanto, boa hora para concretizar seu sonho.
Para os investidores, a regra continua sendo a diversificação: renda fixa, renda variável e imóvel.
Fique atento, pois boas opções e oportunidades em imóveis surgirão neste período.
Imóvel, moeda forte sempre!
Alessandro Góis Marão
Corretor de Imóveis
Data de postagem 05/11/2008
Uma das aplicações mais tradicionais voltou a brilhar intensamente nos últimos 24 meses. As gerações passadas sempre visualizaram o imóvel como uma alternativa ou complemento da aposentadoria. Durante anos, muitos compraram imóveis pensando sempre no retorno do aluguel.
Com as altas taxas de juros praticadas no Brasil durante algum tempo, ficou mais atrativo aplicar dinheiro em Banco a comprar imóveis, já que o valor do aluguel representava metade ou menos dos ganhos obtidos no mercado financeiro. O que poucos sabem ou levam em consideração é que o imóvel apresenta duas oportunidades de retorno sobre o valor investido: o aluguel e a valorização do imóvel.
A valorização do imóvel para muitos é desconsiderada, e portanto, desprezam a grande oportunidade em investir em imóveis, considerando apenas o retorno do aluguel.
Atualmente estamos vivendo um novo cenário econômico, onde o imóvel voltou a posição de destaque como investimento ou a realização do sonho da casa própria.
No plano nacional, temos a queda nas taxas de juros e a disponibilidade do crédito por parte dos Bancos, que impulsionam os financiamentos e a construção civil. No Espírito Santo, presenciamos uma explosão econômica, puxada por vários setores (petróleo, mineração, metal/mecânico, construção civil, rochas ornamentais e logística), o que coloca o Estado em posição de destaque, a nível nacional. Em Cachoeiro, começamos a colher os frutos deste cenário positivo nacional e estadual, e juntamente com a diminuição das ofertas de imóveis na cidade, resultou na elevação de preços dos imóveis, principalmente de apartamentos.
Em resumo, o momento é decisivo e favorável para concretizar o sonho da casa própria, ou investir e colher bons lucros no mercado imobiliário.
Imóvel, moeda forte do momento!
Alessandro Góis Marão
Corretor de Imóveis
Data de postagem 14/08/2007
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